segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Roma

Era assim que eu amava,

Buscando sempre o inatingível

Por isso este poema se chama Roma,

Palavra"Amor" ao contrário

E assinei "Torres Medeiros Francisco"

Também meu nome ao contrário

Pois nenhum ser humano é capaz

De se preencher em outro,Somente

JESUS extingue  o nosso vazio!


Roma

Mergulhar no teu olhar

Aquele mar azul/verde

Era tudo que almejava

não saciaria minha sede

muitos monstros marinhos

Que nele mergulharam

Perderam de volta o caminho

Nadaram, todavia se afogaram

O zangão não tinha sorte

Morria no primeiro amor

Seria pior que aquele pobre

Não sentiria o seu sabor

Tu eras minha abelha rainha

Mas não tinha do zangão a sorte

Nenhum vez  serias minha

Ainda eras minha causa morte

Restava-me beber sua poesia

A despeito de tudo era meu mel

Mesmo com sua venenosa ironia

Para mim só tinha  gosto de céu

Torres Medeiros Francisco














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