Era assim que eu amava,
Buscando sempre o inatingível
Por isso este poema se chama Roma,
Palavra"Amor" ao contrário
E assinei "Torres Medeiros Francisco"
Também meu nome ao contrário
Pois nenhum ser humano é capaz
De se preencher em outro,Somente
JESUS extingue o nosso vazio!
Roma
Mergulhar no teu olhar
Aquele mar azul/verde
Era tudo que almejava
não saciaria minha sede
muitos monstros marinhos
Que nele mergulharam
Perderam de volta o caminho
Nadaram, todavia se afogaram
O zangão não tinha sorte
Morria no primeiro amor
Seria pior que aquele pobre
Não sentiria o seu sabor
Tu eras minha abelha rainha
Mas não tinha do zangão a sorte
Nenhum vez serias minha
Ainda eras minha causa morte
Restava-me beber sua poesia
A despeito de tudo era meu mel
Mesmo com sua venenosa ironia
Para mim só tinha gosto de céu
Torres Medeiros Francisco